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 2016 

 

Gestos de Escrita- Beatriz Fabiana Olarieta

Agamben se remete à origem latina da palavra “gesto” e o apresenta como um tipo de ação humana que não consiste nem em fazer (produzir) nem em agir (atuar), mas em assumir, em suportar. O gesto será um meio sem fim, um tornar inoperante, um desativar, um reusar, um profanar, um negligenciar alegremente o que estava predestinado pela lei da necessidade. Mais precisamente será a exposição, o suportar a comunicação de algo incomunicável que viaja na linguagem, mas que a excede. A partir desta ideia, o presente livro explora e apresenta a potência e a sutileza do gesto para navegar na experiência humana e em uma pesquisa que pretende manter-se colada a ela.

 

Filosofia com crianças  - Maria Reilta Dantas Cirino

Partilhar uma experiência a partir da própria experiência! É o desejo que se revela na escrita desse livro. Convida ao diálogo com os sentidos revelados pelo trilhar da experiência nos deslocamentos em cenários e cenas em Caicó/RN, Rio de Janeiro/RJ e La Plata/ARG. Torna público e dialoga com fragmentos/capturas advindas das cenas da experiência e com autores/as que ressoam na trajetória de pesquisa. Os espaços-cenários onde ocorre essa experiência-pesquisa envolvem tentativas de se fazer filosofia com crianças. São atravessados pela experiência de buscar brechas no cenário da escola pública para abrir possibilidades para a experiência/pensamento entre crianças e adultos.

 

Gestos tecnológicos - Maria Jacintha Vargas Netto

Nas experiências desta pesquisa com os alunos em sala de aula, remexendo no YouTube: Quantas vezes ficava no ar o denso sentimento por nós partilhado que questionava o que estava sendo feito ali, sua utilidade, sua verdade indiscutível? Quantas vezes deixamos de perceber a maravilha de uma imagem, som ou de um gesto praticado através do artefato, pois permanecemos envolvidos com a utilidade de encontrar algum conteúdo fundamental, algum saber a ser capturado, alguém a ser formado?

 

O ato de educar em uma língua ainda por ser escrita - Walter Kohan, Sammy Lopes, Fabiana Martins (Orgs)

Este “nosso-livro-outro”
não busca cultivar a possibilidade de se estabelecer certa harmonia entre diferentes vozes para alcançar um consenso ou equilíbrio que faria o real repousar novamente sobre a ordem do atual e/ou do possível. Todavia, o presente livro procura fazer reverberar as seguintes questões: em meio às crises e sob os efeitos diversos das modalidades de exercer os poderes em nosso tempo, como temos problematizado os sentidos da educação e, consequentemente, a própria atividade escolar? Como tem sido possível delinear relações mais alegres e potentes nas ações de aprender e ensinar? Por quais descaminhos novas estéticas ensinantes e aprendentes têm se manifestado? Que contrapontos temos traçado entre nossas errâncias educativas e o eterno retorno da força do que difere? Haveria algo em comum nas heterogeneidades que convergem na forma escolar?

 

2017

 

Fala, gesto, silêncio - Vinicius B. Vicenzi

A quem ouvimos? Talvez seja a pergunta mais importante que a disputa entre sofistas e filósofos pelo lugar de educadores na Grécia Antiga instaura. Todos podem aparentemente falar, eis a contribuição das democracias, mas nem toda fala será ouvida. Não apenas por uma questão de proximidade daquele que fala, mas por um limite semântico-político, de significação do sujeito de fala. É porque algumas falas não são sequer falas, mas balbucios, linguagem infantil, sons de animais ou de “loucos”, que recebem uma audição específica. A disputa pela fala é, assim, desde o início, um trabalho de exclusão. Pensar a educação no contato com essas falas e não-falas é o desafio deste livro

 

Poética do deslocamento - Daniel Gaivota

Escrever nunca pode ser diferente de viajar. Percorrer com o corpo a superfície irregular do mundo é um movimento análogo a percorrer com tinta a superfície porosa do papel. Mas não só nas linhas em que se formam estes movimentos se encontra a semelhança, e sim também na sua justificativa: se escreve, como se viaja, para descobrir o mundo. A escrita gera movimentos, linhas, forças que ao invés de localizar, des-locam. Fazem as coisas do mundo saírem de seus lugares, e assim poderem ser olhadas. Ler, então, é compreender que o mundo não é diferente do movimento de percorrê-lo. E esse livro é um convite a ler assim, em movimento, como um/a explorador/a, como um/a viajante. Um convite a se perder.

 

Dialogar, conversar e experienciar - Vanise de Cássia de Araújo Dutra Gomes

Este trabalho convida a pensar os encontros que temos realizado com projeto “Em Caxias, a filosofia en-caixa?”, na Escola Municipal Joaquim da Silva Peçanha, município de Duque de Caxias/RJ. Contribui também para pensar muitas questões que tem provocado o projeto, especificamente o exercício dialógico como uma das dimensões fundamentais das experiências de pensamento, além da natureza e sentido do diálogo na vida escolar e a composição do diálogo filosófico com a palavra conversa proposta pelos participantes do projeto. A escrita deste trabalho também se fez para “defender o mesmo lugar que foi oferecido a mim, professora de escola pública de filosofia, para conversar, sentir, ouvir, falar, pensar, repensar, refletir e mudar. Escrevi porque quero defender que qualquer professora, de uma escola pública também qualquer, de uma periferia não menos qualquer, tenha o mesmo direito que tive de se relacionar com sua prática através da filosofia, na forma de uma pesquisa educacional, para “sair fora do aquário”. Escrevi para defender um direito, para afirmar um pensamento, para abrir as possibilidades da vida na escola”

 

2018

 

La escuela con los pies en el aire - Patricia Redondo

Abrir este libro representa iniciar un camino, assistir a una cita con la infancia, la(s) infancia(s) populares, la escuela, los y las maestras y las familias de barrios desheredados. Es una invitación a desvestirse de los glosarios fatigados y desesperanzadores que a diario despliega el poder hegemónico. Y, assumir un riesgo, realizar una apuesta al pensamento como movimiento. Allí, donde la descripción de la desigualdad ocupa todo el escenario. En la escuela que se presenta, los profesores y professoras junto a la comunidade asumen la posibilidad de verificar la igualdad en su tarea cotidiana; y aquello imposible se torna realidad. Este libro-sinfonía celebra la educación pública en el presente y, sobre todo, el por venir.

 

#Ocupa Sarah Nery

Fruto de uma pesquisa de doutorado desenvolvida em meio aos levantes populares de 2011 a 2014 no Brasil e no mundo, este livro apresenta narrativas de experiência a partir de sujeitos que participaram dos acontecimentos Ocupa, uma tática de resistência já utilizada por alguns movimentos sociais no mundo de diferentes maneiras (ocupações de imóveis e de terras, principalmente), mas que, a partir da Primavera Árabe, se espalhou pelas praças e outros espaços públicos do planeta, que passaram a ser ocupados pelo movimento dos indignados europeus, pelo Occupy Wall Street e por todos os Ocupas que surgiram no final de 2011 em várias capitais do Brasil e permanecem multiplicando-se até hoje.

 

Infância como caminho de pesquisa - Simone Berle

Assim, este livro contribui para nos determos e pensarmos que um encontro, uma ocasião e um interesse em comum pela experiência educativa nos reúne na pesquisa, no ensino e na extensão e nós nos experimentamos uns aos outros. Uma infância, uma curiosidade, uma suscetibilidade sensível a impressões que excita, implica, espinha o trabalho dos conceitos. Fazer pesquisana pós-graduação simultaneamente nos aproxima e nos distancia na disponibilidade de, contra o curso ordinário das coisas, assumirmos o risco de estudar e investigá-las, de juntos promovermos formas singulares de sua partilha.

 

Escola dos sentimentos - Giuseppe Ferraro

As paixões se possuem, as emoções se dão, os sentimentos se educam. É esta a linha na qual se desenvolve A escola dos sentimentos. As paixões estruturam o ânimo, arrebatam, são como impróprias, nos transcendem. Duas margens, a atração e a repulsão, nas quais se catalogam os estados de ânimo. As emoções são como as impressões, instantâneas, não duram. Os sentimentos são feitos de tempo. Ensinam-se. São laços, tecem-se. Vêm com o tempo e com o tempo também mudam ou acabam. Educar-se nos sentimentos é cultivar o tempo interior, que é feito de ritmos, de fluxos, o mesmo tempo da música. Cada um tem a própria melodia com as suas variações. Educar os sentimentos é como compor o próprio tempo, compor-se, ser uma composição de laços. Tecer o próprio ânimo.

 

Manifesto por uma escola filosófica popular - Maximiliano Durán e Walter Kohan

Este manifesto busca dar vida, novamente, em nosso presente, à escola filosófica popular, a seu projeto filosófico e político de vida. Com ela, torna-se presente novamente esse tempo de hospitalidade, irreverente, comunista e perguntão. Por isso, este manifesto também é intempestivo. Esperamos receber as mesmas palavras ditas a Rodríguez e sua escola filosófica popular: loucura, excentricidade, romanticismo. Serão elogios, um carinho, uma honra. Mostrarão os compromissos políticos da vida que passa pela escola filosófica popular, seus amores e desamores. Mostrarão seu presente, sua intempestiva presença.

 

Filosofia e educação em errância - Allan Rodrigues, Simone Berle e Walter Kohan (orgs)

Os textos que compõem o presente livro foram apresentados no IX Colóquio Internacional de Filosofia e Educação, organizado pelo Núcleo de Filosofias e Infâncias (NEFI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de 1 a 5 de outubro de 2018. Eles estão organizados em seis seções: Experiências escolares com filosofia; Estéticas do corpo, gênero, sexualidade e pedagogia; A escola, o mundo, a vida; Um lugar para ensinar...filosofia?; Invenções: mapas, cartografias, devires; Arquipélago afro, indígena, popular. São escritas de filosofia e errância que movimentam as práticas educativas em tempos difíceis no Brasil e na América Latina. Elas são gritos afirmativos que enfrentam políticas de silenciamento e negação; escritas-convite a leituras filosóficas e errantes que inventem escola e afirmem uma infância do pensar.

 

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